2026 começa com segurança jurídica consolidada e comércio fortalecido no Amazonas

Reforma Tributária relatada por Eduardo Braga entra em fase de implementação e sustenta crescimento da indústria e do comércio no estado
O Amazonas entra em 2026 em um ambiente de maior estabilidade econômica e previsibilidade tributária após a consolidação da Reforma Tributária relatada pelo senador Eduardo Braga no Senado Federal. Com a regulamentação aprovada e o novo modelo em fase de implementação, o estado passa a operar com regras mais claras de arrecadação e governança, fator decisivo para investimentos e expansão produtiva.
A transição para o sistema baseado no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e na Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) representa uma mudança histórica na estrutura tributária brasileira, reduzindo a complexidade e a insegurança fiscal. Para o setor produtivo amazonense, essa reorganização amplia a capacidade de planejamento e fortalece o ambiente de negócios.
Zona Franca protegida e base econômica preservada
Um dos principais pilares da reforma foi a manutenção dos incentivos da Zona Franca de Manaus até 2073, com garantia constitucional de previsibilidade de longo prazo. A medida protege toda a cadeia econômica vinculada ao modelo industrial e assegura competitividade dentro do novo sistema tributário nacional.
Em 2025, o Polo Industrial de Manaus registrou faturamento superior a R$ 209 bilhões, crescimento acima de 10% em relação ao ano anterior, além da ampliação do emprego formal, consolidando a confiança empresarial para 2026. Segundo Braga, a reforma buscou equilibrar modernização e proteção regional, garantindo que a simplificação tributária não penalizasse o Amazonas.
Impactos sobre comércio e serviços
Os benefícios da reforma também alcançam diretamente o comércio e os serviços. A substituição de tributos como ICMS, ISS, PIS e Cofins reduz a burocracia, aumenta a transparência na apuração e diminui riscos fiscais para as empresas. A preservação do Simples Nacional garantiu estabilidade às micro e pequenas empresas, responsáveis pela maior parte dos estabelecimetos comerciais no estado.
Outro ponto relevante foi a alíquota zero permanente para produtos da cesta básica nacional, medida que fortalece o poder de compra das famílias e sustenta o consumo. O setor de Comércio e Serviços encerrou 2025 respondendo por quase metade do PIB estadual e concentrando cerca de 70% dos empregos formais no Amazonas. Dados da CDL Manaus indicam crescimento na abertura de estabelecimentos e maior circulação de renda.
Para o presidente da entidade, Ralph Assayag, o impacto é direto: “O comércio deve reconhecimento ao senador Eduardo Braga
por recuperar vantagens garantidas ao setor pela Constituição de 1988.”
Novo ciclo econômico
Em 2026, a Reforma Tributária deixa de ser apenas uma mudança institucional e passa a se consolidar como base estruturante da economia amazonense. Com incentivos preservados e maior previsibilidade, o estado inicia um novo ciclo de crescimento sustentado pela integração entre indústria, comércio e serviços, em um cenário de estabilidade, confiança e continuidade para o setor empresarial.





