Reunião estratégica na CDL Manaus reforça compromisso com a transformação do Centro Histórico

A pedido do desembargador federal Carlos Pires Brandão, a Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDL Manaus) sediou, no dia 8 de agosto, uma reu- nião estratégica que reuniu autoridades das esferas municipal, estadual e federal. O encontro teve como foco apresentar as ações já realizadas e os projetos que estão em andamento para a revitalização e reorganização do Centro de Manaus, área de grande importância histórica, comercial e cultural para a capital.
Estiveram presentes o vice-prefeito de Manaus e secretário da Seminf, Renato Júnior; a desembargadora do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), Joana Meirelles; o secretário de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), coronel Marcus Vinícius; a procuradora de Justiça do Ministério Público Estadual (MPE), Silvia Truma; o defensor público do Estado, Carlos Almeida; o comandante da Polícia Militar do Amazonas, coronel Thiago Balbi; além de secretários de diversas pastas municipais e estaduais que, juntos, reforçaram o caráter integrado e colaborativo da iniciativa.
Do setor empresarial, participaram o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Amazonas (FCDL-AM), Ezra Benzion; o presidente da CDL Manaus, Ralph As- sayag; o vice-presidente, Raul Andrade; o diretor, Farid Mendonça; e o superintendente, Manuel Joaquim.
De forma remota, o desembargador federal Carlos Pires Brandão destacou seu compromisso com a causa e colocou-se à disposição para atuar como elo entre as instituições, promovendo um trabalho conjunto e harmonioso em prol da transformação do Centro.
Durante o encontro, o vice-prefeito de Manaus, Renato Júnior, reforçou que a iniciativa representa uma união de forças em prol da cidade, ressaltando que o objetivo da Prefeitura é resgatar o Centro como espaço de convivência e lazer, onde famílias possam voltar a circular com segurança e bem-estar.
Já o secretário de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), coronel Marcus Vinícius, destacou o aspecto histórico e afetivo do projeto, lembrando que os manauaras desejam ver o Centro novamente vivo, pulsante e com o comércio ativo, como em décadas passa- das, quando era referência de movimento e prosperidade.





